Neymar...Neymar...Neymar...Neymar...Neymaaaaar...Neymaaaaar...Neymaaaaar...
A musiquinha é tola, imbecil, idiota, enfim, sem graça. Mas fala em Neymar e ai tudo pode. Neymar...Neymar...Neymar...
O carro de Neymar era um Volvo. Preferiu um mais caro, um Porsche Panamera. Só que a montadora Wolksvagem passou a patrociná-lo. Não seria de bom alvitre ele continuar com um Porsche. A Wolsk ofereceu um carro para ele. Como no mercado nacional não tem um automóovel a altura de seu prestigio e dinheiro foi importado um Audi R7 alemão, montadora Audi do grupo da Wolksvagem.
Neymar não é só ligado em carros. Tem gosto também por embarcações e não é qualquer uma. Tem que ser um iate de três andares comprado por 15 milhões de reais, de segunda mão, portanto já usado. Imagine o preço de um novinho em folha.
Neymar deu para a mãe de seu filho uma cobertura, que era sua (agora mora numa mansão no Guarujá), com cinco dormitórios e com piscina particular.
Neymar ganha muito bem. Além do apartamento, deu um carro importado para a mãe de seu filho, além de lhe pagar uma pensão de 30 mil reais mensal.
Neymar é evangélico. Para sua igreja doa como um dizimo 40 mil reais por mês
Neymar deve faturar entre salários do Santos e patrocínios três milhões de reais a cada 30 dias.
Neymar...Neymar...Neymar... Neymar... Neymaaaaaar.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
"Plantação !!!"
No jargão jornalístico plantar uma notícia é aquela situação em que o sujeito junto a imprensa informa determinado fato, que sempre diz respeito a ele, ao seu interesse. O repórter acreditando nas declarações do sujeito noticia o fato, nem sempre verdadeiro.
Então quando a questão envolve político "plantando notícia" deve se desconfiar muito, nem sempre acreditar.
Pois vejamos. Tempos atrás o senhor Sergio Rossi declarou em duas ou três vezes que colocava seu nome a disposição do partido (PMDB) como candidato a prefeito. Ora ninguém é bobo. Todo mundo sabe que o candidato do partido é Ademir Bareta. Por que então plantar esse tipo de notícia? Verificar prestígio? Sentir a repercussão do fato? Pensar em ser vice?
Outro tipo de "plantação de notícia". O senhor Fabiano Feltrin por diversas vezes declarou que seria candidato por seu partido (PP). Recentemente negou tudo. Deseja o quê? Repercussão positiva? Essa não ocorreu. Ninguém é bobo. Todos sabemos que o PP continuará aliado ao PMDB. Lançar candidatura própria é um risco. Preferível ser vice e garantir os cargos em confiança no próximo governo municipal.
Então quando a questão envolve político "plantando notícia" deve se desconfiar muito, nem sempre acreditar.
Pois vejamos. Tempos atrás o senhor Sergio Rossi declarou em duas ou três vezes que colocava seu nome a disposição do partido (PMDB) como candidato a prefeito. Ora ninguém é bobo. Todo mundo sabe que o candidato do partido é Ademir Bareta. Por que então plantar esse tipo de notícia? Verificar prestígio? Sentir a repercussão do fato? Pensar em ser vice?
Outro tipo de "plantação de notícia". O senhor Fabiano Feltrin por diversas vezes declarou que seria candidato por seu partido (PP). Recentemente negou tudo. Deseja o quê? Repercussão positiva? Essa não ocorreu. Ninguém é bobo. Todos sabemos que o PP continuará aliado ao PMDB. Lançar candidatura própria é um risco. Preferível ser vice e garantir os cargos em confiança no próximo governo municipal.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Umas e outras
- Recebo e-mail de Samuel Casa contestando minha opinião na coluna, edição impressa do "O Farroupilha" semana passada "Alguém pode..." A única coisa do senhor Casa diferentemente da minha coluna é a explicação para o preço da chamada uva de mesa. Diz ele que esse tipo de uva em sua produção exige mais tempo e mais cuidado, diferentemente da uva vinífera, por isso o preço mais caro no mercado. Aceito a explicação, somente não concordo que o preço do quilo da uva de mesa seja tão caro.
- Modificações no secretariado municipal da prefeitura de Farroupilha em razão dos secretários titulares (todos vereadores eleitos na legislatura passada) se afastarem por exigência da legislação e assim terem a condição de candidatos no próximo pleito.
Tudo bem, com uma ressalva: o PMDB do governo municipal parece o PT no âmbito federal: a vontade de satisfazer os partidos aliados com cargos no Executivo, com ao menos um caso para maior compreensão na discussão política por não haver correspondência a um possível tão alto prestígio político. Caso do PSDB que na eleição municipal passada somou 1.239 votos para a Câmara Municipal, ou seja, somente 3,5% dos votos (foram quase 35 mil votos)que não justifica uma suposta força política expressiva e injustificável junto ao PMDB por merecer uma secretária municipal importante como a de Finanças.
- Ao que parece os novos secretário empossados obedece a exigência da questão política. Técnicos em funções nem pensar. Politicamente se entende a questão mas existe certas incoerências. Dentista na área do Meio-Ambiente e o pior, gente da área da ciência jurídica, numa secretaria que nada tem a ver com a função, Secretaria das Finanças. Um disparate.
- Um leitora, entendida em "fashion", diz que aquele jovem rapaz que deseja fazer carreira política deveria ter consultoria de um "personal stylist" para cuidar de sua aparência pessoal. Sabre porque, diz ela, recordando um antigo comercial na televisão: "a minha voz continua a mesma, mas os meu cabelos...
- Modificações no secretariado municipal da prefeitura de Farroupilha em razão dos secretários titulares (todos vereadores eleitos na legislatura passada) se afastarem por exigência da legislação e assim terem a condição de candidatos no próximo pleito.
Tudo bem, com uma ressalva: o PMDB do governo municipal parece o PT no âmbito federal: a vontade de satisfazer os partidos aliados com cargos no Executivo, com ao menos um caso para maior compreensão na discussão política por não haver correspondência a um possível tão alto prestígio político. Caso do PSDB que na eleição municipal passada somou 1.239 votos para a Câmara Municipal, ou seja, somente 3,5% dos votos (foram quase 35 mil votos)que não justifica uma suposta força política expressiva e injustificável junto ao PMDB por merecer uma secretária municipal importante como a de Finanças.
- Ao que parece os novos secretário empossados obedece a exigência da questão política. Técnicos em funções nem pensar. Politicamente se entende a questão mas existe certas incoerências. Dentista na área do Meio-Ambiente e o pior, gente da área da ciência jurídica, numa secretaria que nada tem a ver com a função, Secretaria das Finanças. Um disparate.
- Um leitora, entendida em "fashion", diz que aquele jovem rapaz que deseja fazer carreira política deveria ter consultoria de um "personal stylist" para cuidar de sua aparência pessoal. Sabre porque, diz ela, recordando um antigo comercial na televisão: "a minha voz continua a mesma, mas os meu cabelos...
sábado, 14 de abril de 2012
Alguém pode explicar
Alguém pode me explicar algumas coisas? Por exemplo. Habitamos a serra gaúcha. Região tradicional, reconhecida como a maior produtora de uvas do país. São imensos e variados parreirais que nos circundam e com ele convivemos em saborear o seu gostoso fruto que é a uva. São milhares de parreirais que produzem ao nosso lado toneladas de uvas. Dessa forma se faz pensar que teríamos no mercador consumidor, ao menos na região com uva em abundância, o produto a preços módicos. Pelas circunstâncias, lado a lado da produção, o consumidor serrano tem no preço do quilo de uva um valor nada acessível no varejo. Na verdade chega a pagar preços exorbitantes.
Valores que extrapolam o razoável. Uvas como Niagara e Isabel tem preços ao quilo que variam entre 2,50 e 3 reais. As uvas de mesa de tamanho maior e mais encorpadas ultrapassam o preço de 5 reais. Isso tudo alguém poderia me explicar? E se não for incomodo mais uma explicação: se o preço mínimo da uva, tipo Isabel, foi fixado pelo governo em CR$0,57 por que é vendida ao consumidor acima de CR$2,00?
*** ***
Mais ainda. Alguém pode me explicar a enorme diferenciação do preço do vinho nacional e importado? Encontra-se nos supermercados bons vinhos importados, especialmente argentinos, com preços variando entre 12 e 15 reais. No mesmo local, vinhos nacionais de boa qualidade chegam a custar 30 reais ou até mais.
Conhecemos os valores do imposto pago com exorbitantes taxas. Sabemos ainda dos incentivos, de certas regalias para com o vinho importado. Avaliamos essas questões. No entanto quando a diferença de preços entre o vinho nacional e o importado chega a ser o dobro, uma explicação necessária deve ser dada.
*** ***
Agora, quem deve explicação é o comércio farmacêutico. Necessito de determinado remédio. Como consumidor busco, vou averiguar o melhor preço na concorrência do livre mercado. Na primeira farmácia a droga custa CR$ 72,00, com o desconto fica, acreditem, em CR$ 45,00. Não sei como, trata-se de um “descontão”. Na segunda farmácia, o mesmo produto já com desconto fica em CR$ 51,00. Na próxima, também já com desconto CR$ 58,00. O mais incrível em termos de desconto acontece em duas farmácias, em diferentes locais, pertencentes a uma mesma rede. Numa o mesmo remédio é vendido por Cr$ 72,00. Acho muito caro. A vendedora pergunta quanto paguei em outra ocasião. Chuto, Cr$ 48,00. Faz consulta no computador e me diz que pode me vender por CR$45.00. Ratifico, numa outra farmácia da mesma rede, o remédio custa CR$ 68,00, mas se caso eu levar três caixas, se precavendo com o prometido aumento, cada uma custará CR$ 23,00, portanto as três Cr$ 69,00, preço variável em outra qualquer farmácia. Tem explicação?
*** ***
Valores que extrapolam o razoável. Uvas como Niagara e Isabel tem preços ao quilo que variam entre 2,50 e 3 reais. As uvas de mesa de tamanho maior e mais encorpadas ultrapassam o preço de 5 reais. Isso tudo alguém poderia me explicar? E se não for incomodo mais uma explicação: se o preço mínimo da uva, tipo Isabel, foi fixado pelo governo em CR$0,57 por que é vendida ao consumidor acima de CR$2,00?
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Mais ainda. Alguém pode me explicar a enorme diferenciação do preço do vinho nacional e importado? Encontra-se nos supermercados bons vinhos importados, especialmente argentinos, com preços variando entre 12 e 15 reais. No mesmo local, vinhos nacionais de boa qualidade chegam a custar 30 reais ou até mais.
Conhecemos os valores do imposto pago com exorbitantes taxas. Sabemos ainda dos incentivos, de certas regalias para com o vinho importado. Avaliamos essas questões. No entanto quando a diferença de preços entre o vinho nacional e o importado chega a ser o dobro, uma explicação necessária deve ser dada.
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Agora, quem deve explicação é o comércio farmacêutico. Necessito de determinado remédio. Como consumidor busco, vou averiguar o melhor preço na concorrência do livre mercado. Na primeira farmácia a droga custa CR$ 72,00, com o desconto fica, acreditem, em CR$ 45,00. Não sei como, trata-se de um “descontão”. Na segunda farmácia, o mesmo produto já com desconto fica em CR$ 51,00. Na próxima, também já com desconto CR$ 58,00. O mais incrível em termos de desconto acontece em duas farmácias, em diferentes locais, pertencentes a uma mesma rede. Numa o mesmo remédio é vendido por Cr$ 72,00. Acho muito caro. A vendedora pergunta quanto paguei em outra ocasião. Chuto, Cr$ 48,00. Faz consulta no computador e me diz que pode me vender por CR$45.00. Ratifico, numa outra farmácia da mesma rede, o remédio custa CR$ 68,00, mas se caso eu levar três caixas, se precavendo com o prometido aumento, cada uma custará CR$ 23,00, portanto as três Cr$ 69,00, preço variável em outra qualquer farmácia. Tem explicação?
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segunda-feira, 9 de abril de 2012
A outra Páscoa
Interior do supermercado. Mãe e filho, com certo exagero, estão perdidos debaixo daquela exposição de ovos de chocolate, formando um verdadeiro caramanchão de guloseimas, colocado de tal maneira inconveniente que prejudica o caminhar de uma pessoa com altura um pouco acima da média.
Nesse local, mãe e filho, escolherão as iguarias apetitosas da época: ovos de Páscoa.
Em determinado momento o filho se depara com a sua preferência. É aquele que ele deseja. A mãe, precavida e sensata consumidora, pesquisadora de preços, verifica o valor do desejo do filho:
- Filho não dá, vamos escolher outro ovinho.
“Filho não dá” significa ser muito caro.
O menino, numa faixa etária em torno de cinco anos, não fica satisfeito com a resposta.
Soluça, chora, bate o pé para desespero e vergonha da mãe.
- Filho não dá mesmo. A mãe não tem dinheiro.
A revelação é pertinente para dissuadir o garoto com a verdade expressa.
A nova explicação só serviu para irritar ainda mais o teimoso menino. Mostra-se impertinente e inconveniente.
Nada o convence a ter uma atitude mais sensata. Chorou e bateu o pé mais firme, gritou e berrou para a aflita, angustiada e envergonhada mãe. O moleque insolente pelo desdenhoso espetáculo parece querer revelar as pessoas um possível ser desprotegido pela falta do amor maternal, órfão dos desejos e caprichos não satisfeitos.
Pelo mau comportamento chama a atenção dos circunstantes e pelas cenas assistidas produzem diversas reações, certamente indignados pela revolta de uma criança que deve ter capacidade infantil de entender o que pode e o que não pode.
A mãe, como boa mãe, pelo amor maternal, apesar de indignada em seu íntimo ou a mãe constrangida não querendo ver mais manifestações grosseiras, atende o rebento.
Para satisfazer o desejo do filho, pelo dinheiro curto, chega a conclusão que alguém, um familiar ou outro alguém que merecia um ovinho de Páscoa, pela condição financeira não satisfatória ficará sem o regalo, mas o malcriado filho, atendido.
No episodio um mal educado filho no comportamento e um desconhecedor, embora na tenra idade, da cultura religiosa, não culpa dele. Na formação, na educação inicial não lhe informaram que a Páscoa não é somente ovinhos de supermercado.
Mas o mundo capitalista, a sociedade de consumo não está preocupada com isso. Que as crianças continuem a chorar, gritar e berrar, bater os pés para que seus desejos com os mais caros chocolates sejam satisfeitos. Que continuem na ignorância religiosa.
A Páscoa por sua da crença, com sua liturgia, esqueça-se. Melhor vender ovos, faturar, do que meditar e viver as coisas espirituais.
Nesse local, mãe e filho, escolherão as iguarias apetitosas da época: ovos de Páscoa.
Em determinado momento o filho se depara com a sua preferência. É aquele que ele deseja. A mãe, precavida e sensata consumidora, pesquisadora de preços, verifica o valor do desejo do filho:
- Filho não dá, vamos escolher outro ovinho.
“Filho não dá” significa ser muito caro.
O menino, numa faixa etária em torno de cinco anos, não fica satisfeito com a resposta.
Soluça, chora, bate o pé para desespero e vergonha da mãe.
- Filho não dá mesmo. A mãe não tem dinheiro.
A revelação é pertinente para dissuadir o garoto com a verdade expressa.
A nova explicação só serviu para irritar ainda mais o teimoso menino. Mostra-se impertinente e inconveniente.
Nada o convence a ter uma atitude mais sensata. Chorou e bateu o pé mais firme, gritou e berrou para a aflita, angustiada e envergonhada mãe. O moleque insolente pelo desdenhoso espetáculo parece querer revelar as pessoas um possível ser desprotegido pela falta do amor maternal, órfão dos desejos e caprichos não satisfeitos.
Pelo mau comportamento chama a atenção dos circunstantes e pelas cenas assistidas produzem diversas reações, certamente indignados pela revolta de uma criança que deve ter capacidade infantil de entender o que pode e o que não pode.
A mãe, como boa mãe, pelo amor maternal, apesar de indignada em seu íntimo ou a mãe constrangida não querendo ver mais manifestações grosseiras, atende o rebento.
Para satisfazer o desejo do filho, pelo dinheiro curto, chega a conclusão que alguém, um familiar ou outro alguém que merecia um ovinho de Páscoa, pela condição financeira não satisfatória ficará sem o regalo, mas o malcriado filho, atendido.
No episodio um mal educado filho no comportamento e um desconhecedor, embora na tenra idade, da cultura religiosa, não culpa dele. Na formação, na educação inicial não lhe informaram que a Páscoa não é somente ovinhos de supermercado.
Mas o mundo capitalista, a sociedade de consumo não está preocupada com isso. Que as crianças continuem a chorar, gritar e berrar, bater os pés para que seus desejos com os mais caros chocolates sejam satisfeitos. Que continuem na ignorância religiosa.
A Páscoa por sua da crença, com sua liturgia, esqueça-se. Melhor vender ovos, faturar, do que meditar e viver as coisas espirituais.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Porrada
Numa calçada, na frente de uma escola pública, três marmanjonas enfurecidas, possuídas provavelmente de surto psicótico, estapeiam uma menina de 14 anos. Vingança estúpida pela agressão física por que a menina provavelmente desaforou uma coleguinha, algo de somenos importância para provocar tamanha raiva.
A mãe e as duas tias da eventual ofendida foram tirar satisfação da frágil pré-adolescente de modo grosseiro, na base da porrada.
Isso tudo foi assistido por circunvizinhantes que não tomaram uma única atitude para se evitar a covarde agressão. Parecia estar ali, próprio do ser humano, em ver sangue.
A cena mostrada em reportagem da televisão, depois de vários tapas mostra o fim da malvadeza praticada pelo soco desferido por uma das mulheres no meio do rosto da garota. Ela cai desmaiada pela violência da pancada de mão fechada. Somente nesse momento é que assistentes, decepcionados pelo fim das bordoadas, socorrem a frágil, pequena e indefesa vítima.
Lamentavelmente esse comportamento que foge a ética do comportamento social, essa compulsão pela maldade é nato ao ser humano, crueldade inerente ao homem, que nem sempre pode ser dominada, compelida.
Isso vem de tenra idade. Na escola primária alunos se desentendiam, colegas se ofendiam e ficava a promessa de uma briga depois da aula, no meio da rua. A turma, vibrante com o ignorante prometido, estava pronta para assistir um espetáculo em que o desejo maior era ver um nariz quebrado expelindo sangue ou uma cacetada na cabeça provocando um corte e consequentemente sangria.
Decepção geral era quando um adulto se intrometia, apartando a briga. Era vaiado pela “decepcionada platéia” por sua atitude civilizada e preventiva e evitando dessa forma, o desejado show sanguinolento.
O homem por natureza é violento ao se defender de uma agressão, ao atacar por fortuito motivo, a delirar por um espetáculo em que a violência da morte era o ápice, como no tempo das lutas na antiga civilização do Império Romana. A violência para o ser humano chega a ser entretenimento, que o digam as lutas do MMA ou UFC.
Enquanto sociedades protetoras de animais, usando legislação especifica que pune contraventores, promotores de rinhas de galo ou briga de cães, o homem faz, para a satisfação da massa ignara, da agressão física, da violência, um espetáculo de luta entre dois adversários, em que um dos contendores, o derrotado, cai de preferência estatelado na lona - naquele ambiente tétrico de um Coliseu, da luta dos gladiadores,
em forma octogonal cercado por alta e forte tela - preferencialmente jorrando sangue, desmaiado, quase morto. Com isso torce, aplaude, vibra, a insensata, ignorante e delirante platéia em ver sangue, em assistir muita porrada.
A mãe e as duas tias da eventual ofendida foram tirar satisfação da frágil pré-adolescente de modo grosseiro, na base da porrada.
Isso tudo foi assistido por circunvizinhantes que não tomaram uma única atitude para se evitar a covarde agressão. Parecia estar ali, próprio do ser humano, em ver sangue.
A cena mostrada em reportagem da televisão, depois de vários tapas mostra o fim da malvadeza praticada pelo soco desferido por uma das mulheres no meio do rosto da garota. Ela cai desmaiada pela violência da pancada de mão fechada. Somente nesse momento é que assistentes, decepcionados pelo fim das bordoadas, socorrem a frágil, pequena e indefesa vítima.
Lamentavelmente esse comportamento que foge a ética do comportamento social, essa compulsão pela maldade é nato ao ser humano, crueldade inerente ao homem, que nem sempre pode ser dominada, compelida.
Isso vem de tenra idade. Na escola primária alunos se desentendiam, colegas se ofendiam e ficava a promessa de uma briga depois da aula, no meio da rua. A turma, vibrante com o ignorante prometido, estava pronta para assistir um espetáculo em que o desejo maior era ver um nariz quebrado expelindo sangue ou uma cacetada na cabeça provocando um corte e consequentemente sangria.
Decepção geral era quando um adulto se intrometia, apartando a briga. Era vaiado pela “decepcionada platéia” por sua atitude civilizada e preventiva e evitando dessa forma, o desejado show sanguinolento.
O homem por natureza é violento ao se defender de uma agressão, ao atacar por fortuito motivo, a delirar por um espetáculo em que a violência da morte era o ápice, como no tempo das lutas na antiga civilização do Império Romana. A violência para o ser humano chega a ser entretenimento, que o digam as lutas do MMA ou UFC.
Enquanto sociedades protetoras de animais, usando legislação especifica que pune contraventores, promotores de rinhas de galo ou briga de cães, o homem faz, para a satisfação da massa ignara, da agressão física, da violência, um espetáculo de luta entre dois adversários, em que um dos contendores, o derrotado, cai de preferência estatelado na lona - naquele ambiente tétrico de um Coliseu, da luta dos gladiadores,
em forma octogonal cercado por alta e forte tela - preferencialmente jorrando sangue, desmaiado, quase morto. Com isso torce, aplaude, vibra, a insensata, ignorante e delirante platéia em ver sangue, em assistir muita porrada.
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