quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Calendário Colorido


A quem interessar possa...
 Cada mês do ano, para chamar a atenção, conscientizar a população, incentivar a prevenção, com referência a graves doenças é realizada determinada campanha que faz a relação, doença, cor e mês, o chamado calendário colorido da saúde. Não existe calendário oficial sobre a cor de cada mês. Cabe às associações médicas determinarem a cor para cada mês como chamamento à prevenção. A disseminação das campanhas, a cada mês, para obter pleno sucesso, depende do engajamento da mídia na divulgação. Faz valer, nesse tipo de propagação, que a cor escolhida – relacionada a cada doença - seja gravada na mente das pessoas, todas aquelas associadas à sua causa. Prevenir é agir com um conjunto de ações para evitar a incidência da patologia.
O colorido calendário:
- Janeiro: a cor é branca, desperta atenção sobre a saúde mental. A cruzada tem por objetivo cuidar da saúde do corpo. Significativo e fundamental é cuidar também da mente, procurando assim o equilíbrio entre corpo e mente.
- Fevereiro: é roxo e também laranja. Roxo é a consciência sobre as doenças: lúpus, fibromialgia e mal de Alzheimer. Fevereiro laranja é a conscientização sobre a leucemia.
- Março: é o mês azul, mês de debate sobre a prevenção ao câncer colorretal.
- Abril: tem também duas cores. Verde corresponde a prevenção, conscientização, quanto a importância da segurança no trabalho. O abril azul para enaltecer o debate sobre o autismo.
- Maio: é amarelo, luta em defesa da cautela, da prudência, concernente a evitar os acidentes de trânsito. O maio, vermelho, objetiva prevenir a hepatite
- Junho: tem também o vermelho da cor do sangue, nada mais apropriado, é o mês da doação de sangue. Junho laranja é equivalente a anemia e a leucemia
- Julho: as hepatites virais e o câncer ósseo, tem ilação com a cor amarela
- Agosto: mês dourado com informações sobre o aleitamento materno
- Setembro: tem três cores para a qualificação: verde é a cor voltada à informação sobre a doação de órgãos. A outra cor do mês de setembro é o amarelo que tem como objetivo a prevenção ao suicídio. Finalmente a terceira cor de setembro é vermelha para conhecimento e tratamento das doenças cardiovasculares
Novembro: bastante conhecido, exclusivamente entre os homens em razão do câncer de próstata. A cor é azul. Novembro é também dourado, com referência a prevenção sobre o câncer infanto-juvenil.
Dezembro: o último mês do ano relaciona-se à duas cores: dezembro vermelho, prevenção contra AIDS. Dezembro laranja origina-se do combate ao câncer de pele. Enfim, mês de outubro. 10º mês do ano, do calendário gregoriano, com 31 dias, mês na religião católica dedicado a Virgem do Rosário e Anjos da Guarda. Na prevenção contra doenças, outubro tem a representação da cor rosa, mês e cor relacionados ao câncer de mama, doença na expectativa de cura de 90%, desde que se faça a prevenção precoce. Assim seja.





 

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sábado, 21 de setembro de 2019

Deputado gago


O deputado era um daqueles representantes do povo que falava pouco, abria a boca somente para comer ou bocejar. Conversar pouco, discursar jamais. Quando algum de seus colegas falavam alguma coisa naquele estilo enfadonho de discursos alongados comum a classe política, se aborrecia. O nosso amigo deputado chegava ao plenário da Câmara sonolento, mostrando o jeito pachorrento, com o seu andar preguiçoso. Não se sabe se prestava atenção nas mensagens orais, prolongadas e fantasiosamente solene de seus colegas. Nas decisões por votação, o nobre parlamentar não estava nem aí, de fato não prestava atenção para nada. Não era necessária sua percepção, afinal votaria conforme determinação do líder da bancada. Fácil não é mesmo, porque queimar neurônios?Obrigação cumprida sem esforço mental. Sessão encerrada, mais um dia ganho com dinheiro público, contribuição obrigatória do povo.
Fechou seu laptop, não se sabe a necessidade dele aberto, provavelmente para enganar as câmeras da TV Câmara. No primeiro ano de mandato todo mundo procurava entender seu procedimento. Seus colegas, os mais experientes, de inúmeras legislaturas, tinham a observação simplista: “ele é novo aqui”, justificando o seu excêntrico silêncio. Na verdade os colegas mais antigos admiravam o procedimento do mais novo, sua quietude parlamentar. Um a menos para ocupar a tribuna no espaço do pequeno expediente, quando a maioria dos discursos dos parlamentares - aqueles desconhecidos do conhecido “centrão”- que não interessam a ninguém, a não ser sua base eleitoral, elogiando seus cabos eleitorais enviando fotos, gravações, demonstrações de falso trabalho. No ano seguinte o silêncio do deputado persistia e a grande maioria já conhecia o seu jeito de ser. Assim seja.
Passou o  segundo ano legislativo. O deputado em questão mantinha seu jeito de ser. Terceiro período na Câmara. Em sua base eleitoral falava pouco, afinal na conversa se ganha voto. Vez por outra, colegas faziam troça dele, chacota, piadas, hilariantes situações, para provocá-lo mas ele somente ria.
O controvertido parlamentar, em seu mandato, depois de ouvir milhares de vezes, vossa excelência, data vênia, colenda casa, urge que, urgência urgentíssima, um aparte nobre colega.  Num dia de sessão ordinária a grande surpresa. O silencioso deputado repentinamente levantou-se da confortável cadeira de couro, em plena discussão, soqueou a mesa com força provocando um barulho como se fosse um estrondo chamando atenção de todas vossas excelências e pediu a palavra, para outra vossa excelência, o presidente da Casa. Até o orador do momento silenciou-se. Todos silenciaram.
Em meio a esse ambiente, a única coisa ouvida era o fraco ruído dos microfones. Os parlamentares ansiosos aguardavam o esperado momento. O silencioso deputado pronunciou meia dúzia de palavras e então descobriram a razão do silêncio: o deputado tinha o distúrbio da fluência da fala, gagueira.

PÁTRIA AMADA


O Hino Nacional é uma conclamação importante em qualquer solenidade - até mesmo antes de uma partida de futebol, não tão solene assim -. Trata-se de uma concitação, um brado, mais do que isso, uma incitação, em época de um povo descrente em tudo e em todos, a pasmaceira diante de um estado de coisas, numa combinação desafiadora e complicada. Talvez, tudo isso, seja a resposta para a falta de patriotismo, de estímulo,  disposição afetiva do brasileiro, desiludido com a incompetência governamental, a imperícia da classe dirigente, a baderna financeira, o caos econômico, impunidade para mais corruptos, a injustiça social. Poucos brasileiros acreditam em promissoras possibilidades futuras em meio a desarvorada situação no contexto nacional. Há um quadro insuportável de violação aos direitos fundamentais do cidadão: saúde, educação, segurança. Embaraçada economia sem propostas positivas (talvez o aumento de impostos), que proporciona desemprego para milhões de pessoas.
Existem crentes, de pensamento moderador, para os quais a situação não é tão ruim assim. Os ciosos, que tem o raciocínio conservador, afirmam que tudo vai bem. Os dois grupos argumentam, que a suposta precariedade nada tem a ver com a sensibilidade do amor à Pátria. O sentimento de frustação e decepção origina-se nos atos despropositados e ineficazes, motivados pela ingerência de incompetentes políticos. A reação de cada brasileiro, inclusive aquele inserido no sistema de estratificação social, abaixo da linha da pobreza, à margem da sociedade, excluído do convívio social, ser humano tratado como desigual não quer saber de patriotada. Gente de passado desconhecido, de presente incerto, futuro... quem sabe. Essa pessoas tem a reação compreensível de repúdio à Pátria, na verdade, pensando bem, elas não tem compreensão de patriotismo, desconhecem esse aspecto. Paradoxalmente, melhor não saber da Pátria ingrata e megera. Não se pode desvincular uma realidade de completa mazela no país, algo profundamente ruim com a Pátria Amada.
Afinal o que é Pátria. Simplesmente o país onde se nasce, torrão natal. Podemos dizer que se trata de uma instituição abstrata, alegórica, contemplativa e por ser assim adjetivada, surge como pleno sentimento de amor. A Pátria, também etérea e sublime, lamentavelmente no contexto confunde-se com a canalhice dos políticos.
Como pensar e desejar amor à Pátria quando se trata de uma nação representando segmentos de uma sociedade sem princípio do igualitarismo, comunidades de pensamento individualizado, de pensamento do “primeiro nós” e de raciocínio “salve-se quem puder”, do poder maior e da ganância dos privilegiados, prevaricação de autoridades.
Patriotismo é o sentimento de orgulho, amor e dedicação à Pátria. Diante desse conceito a famosa frase de Samuel Johnson: “Patriota é o último refúgio dos canalhas”, soa como pejorativa, entendida como ultrajante. Entenda-se:
o historiador e político inglês, referia-se ao seu partido o Patriota, pela presença cada vez maior de vários oportunistas.
Em tempo: Essa coluna serviu como tema em outra escrita há 30 anos. Passou o tempo, nada mudou.


Dia 7 de setembro - que bom, feriado nacional !!!... - comemora-se mais um ano da Independência do Brasil. Milhares de brasileiros, multidões, se reúnem em logradouros públicos (avenidas, ruas, praças) para assistirem solenidades cívicas, desfiles militares e estudantis. São quase 200 anos em que o Brasil livrou-se do jugo monarquista português, não mais ficou dependente de Portugal.
Comemorações pelo Dia da Pátria começaram no século XIX. Houve um período de 10 anos (1831/1840), nos quais comemorações perderam o destaque, devido ao tempo de regência. Com a maioridade do imperador D.Pedro II, a data recuperou a importância histórica.
O desfile militar mais importante do país ocorria no estado do Rio de Janeiro, na avenida Presidente Vargas.
Os americanos adoram o Brasil (inclusive o Trump). Em 7 de setembro de 1947, no palanque oficial, naquela data, o presidente da República Marechal Eurico Gaspar Dutra, assistiu a solenidade, ao seu lado o convidado especial, presidente norte-americano, Harry Truman. Dom Pedro I, com seu vistoso uniforme, resplandecente e engalanado, montado num cavalo portentoso, cercado por sua guarda de honra, conforme o célebre quadro de Pedro Américo – alguns afirmam que trata-se de um plágio de Napoleão Bonaparte-, a beira do Ipiranga, altivo, empunhando sua espada, bradou o histórico grito de liberdade: Independência ou Morte, versão oficial do acontecimento, ensinado nas escolas. Entretanto existem fatos pitorescos e divergentes . Alguns historiadores afirmam que ele não estava montado num alazão e sim numa mula, animal mais condizente como meio de transporte para percorrer o caminho periclitante na Serra do Mar. Sabe-se mais: que Dom Pedro estava com diarreia desde quando partiu da cidade de Santos o que deve ter estragado o seu humor. Esse desconforto lhe deixou incomodado e irritado. A comitiva retornando de Santos foi encontrada por um mensageiro, trazendo mensagem de Dona Leopoldina (esposa de D. Pedro) e José Bonifácio (estadista, conhecido como Patriarca da Independência). O conteúdo da mensagem informava a exigência dos deputados portugueses para que D. Pedro se apresentasse em Portugal, pois ele contrariava os seus interesses. Esse episódio precedeu grave crise na capital Rio de Janeiro. A presença de D.Pedro deveria ser imediata. Oficialmente, D. Pedro foi a Santos por questões políticas, na verdade o príncipe que vivia uma aventura romanesca, de grande repercussão, com a amante Marquesa de Santos, foi visita-la e com a qual ocorrerá m desentendimento. Com tantos acontecimentos cabulosos, D.Pedro ficou ensandecido. Não se sabe exatamente onde ocorreu o “grito”. Há controvérsias. Dizem que não foi à margem do rio, mas numa colina. Pouca gente presente, alguns guardas e moradores da vizinhança
Para dirimir dúvidas, pergunte lá no Posto Ipiranga.  
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Liturgia


Liturgia tem origem no grego “ leitourgos”, palavra que era usada para fazer menção a alguém que realizava serviço público ou liderava uma solenidade sagrada, obra sempre em benefício do povo. A Igreja assumiu o termo e o aplicou como liturgia no sentido de “serviço divino” ou seja serviço religioso e ritual. Assim, a liturgia é a reunião do conjunto de atos formais e solenes de caráter religioso, um rito de regras especificas especialmente, concernentes aos ofícios divinos das igrejas cristãs.  Liturgia é aplicada nas missas ou rituais da igreja católica. A manifestação central da liturgia é a celebração da morte e ressureição de Jesus Cristo e a prestação do culto a Deus. A palavra liturgia foi usada na Antiguidade. Passou a ser utilizada mais tarde no contexto da eucaristia na Igreja grega. Bem mais tarde, o termo passou a fazer parte da igreja católica. Inicialmente a liturgia era da responsabilidade dos apóstolos e bispos, no entanto algumas igrejas criaram sua própria liturgia, isso porque não havia uma regra geral e obrigatória para a mesma. Mais tarde o Concilio Vaticano II implementou uma renovação na liturgia dando maior relevo a Sagrada Escritura, incluindo a utilização de outras línguas e não somente o latim, de forma que mais pessoas pudessem participar de forma mais ativa.
Indispensável para os cristão é a liturgia pelas celebrações que Cristo reúne em assembleia numa ação única. A liturgia deve-se a continuação da lembrança de Cristo.
Religiosamente a explanação, dissertação, conforme ensinamento e informação do portal TV Escola/ Educação. Então, chegamos aos finalmentes: a liturgia e a política.
O ex-presidente José Sarney, não foi um presidente carismático, envolvente, emblemático e até não fazia parte daquele pequeno bloco de políticos decentes e honestos, mas era um litúrgico. Segundo ele, em discurso, estabeleceu o poder sempre atento com a “liturgia do cargo”. Não parece. Conforme descrição de liturgia um principal segmento é “um serviço público sempre em benefício do povo”. Mais ainda: José Sarney deixou de lado a polidez e a liturgia ao reclamar com palavreado chulo, o resultado das eleições, quando sua família foi fragorosamente derrotada no Maranhão.
Giorgio Agamben, filosofo italiano, afirma: “O poder necessita de formas litúrgicas para seu exercício em que há estreita imbricação entre o poder e a liturgia que se realiza através dos dispositivos da aclamação, as chamadas democracias de massa”.
A liturgia tem ordem e forma para a governabilidade, é a representação de poder e autenticidade. Estar fora desse contexto significa estar fora da legitimidade e questionar o poder estabelecido.
A liturgia do cargo exige muito? Não, somente o adequado comportamento pela exigência do cargo.
Há dois presidentes atualmente, presidentes que necessitam conhecer para compreender a liturgia do cargo. Um, de cabelos claros ou descoloridos, com topete, magnata bilionário, racista, desumano com o povo miserável e que tem o topete de ser dono do mundo de ser o dono do mundo. O outro, nem tanto, capitão do exército, uma cópia quase autêntica do sujeito do Tio Sam. E a liturgia?




Demóneste


Demóstenes não se pautava pelo verborragia, tinha cuidado na escolha das palavras, jamais escatológicas, quando referendo para a algum excremento não usaria o termo cocô e, sim fezes.
A cultura, o jeito de ser de Demóstenes, a habilidade do convencimento se tem conhecimento através de uma historieta.
Certa vez, promovendo uma assembleia pública em Atenas, para tratar dos interesses da pátria grega, Demóstenes viu-se apupado pela turba impaciente, que fazia menção de retirar-se sem ouvi-lo. Então, elevando a voz, disse que tinha uma história interessante a contar, obteve assim silêncio e a atenção de todos e começou.
-“Certo jovem, precisando ir para sua casa durante o auge do verão, alugou um burro, pondo-se a caminho. Quando o sol ficou a pino, ardentíssimo, tanto o jovem como o dono do animal alugado tiveram vontade de sentar-se à do sombra do burro, e começaram a empurra-se mutuamente, a fim de ficar com o melhor lugar. Dizia o dono do animal, que apenas alugara o burro e não a sua sombra. O outro personagem afirmava que tendo pago o aluguel do burro, pagara também a sua sombra, pois tudo quanto pertencia ao burro era dele.”
A essa altura, Demóstenes levantou-se e fez menção de retirar-se. A multidão protestou desejosa de ouvir o resto da história. Foi então que o prodigioso orador, erguendo-se em toda sua altura, encarando com firmeza o auditório declarou com voz trovejante.
- “Atenienses, que espécie de homens sois, que insistem em saber a história da sombra de um burro.
 e recusais tomar conhecimento dos fatos mais graves que vos dizem respeito”?’
Só então pode fazer o discurso que pretendia para um auditório envergonhado, mas atento, que ficou sem saber o fim da história da sombra do burro.
Demóstenes, decente, inteligente, capacitado orador, sem o excessivo uso de palavras chulas


Decididamente não. Não me importo se há radar escondido, fixo ou móvel, a cada mil metros, controlando a velocidade. Não me importo mesmo. Sigo rigorosamente as leis de trânsito, não sou motorista infrator, evito multas. Obediente dirijo atentamente restrito a legislação do trânsito. Disciplinado, não tenho a tentação de acelerar além da velocidade máxima permitida, conforme a sinalização vertical. Não ultrapasso outro veículo se a sinalização horizontal, na pista de rolamento, contém a dupla faixa amarela. Mesmo que ela não exista, permito-me ultrapassar o veículo à frente com segurança. Ultrapassagem pela direita, nunca.
Direita ou esquerda, para onde seguir. A decisão tomada tem a indicação de uma seta. Dirijo com as duas mãos (conhecida posição dez para às duas), com somente uma mão é infração. Não fumo, não uso celular. Não dirijo com o braço esquerdo para fora. Bebo socialmente, jamais quando vou dirigir. Ao volante não dirijo de chinelo. Necessito de firmeza nos pés para manobrar os pedais (freio e acelerador). Procuro não surpreender pedestre, ciclista e motociclista, atingindo-os com um jato de água, proveniente da chuva, de uma poça de água. Procedendo de modo correto evito uma infração de trânsito e multa. Estaciono o veículo devidamente obedecendo as regras. Enfim, como bom motorista, respeito a legislação prescrita pelo departamento de trânsito. Dessa forma, a conhecida “indústria das multas” pela minha pessoa, estaria em processo de falência.
                                          *** ***
Fui multado pela última vez há quatro anos na Rota do Sol pelo radar fixo, proximidade do sistema de água Marrecas. Velocidade máxima permitida 80 km/h Passei pelo local a 92 km/h. Multa e a perda de cincos pontos na carteira de habilitação.
Dirijo o carro até 85 km/h, mesmo que a velocidade máxima seja de 80 km/h. Para não ultrapassar a velocidade programada (85 km/) um aviso sonoro desperta minha atenção. Existe uma margem de erro estipulada pelo INMETRO de 7 km/h para menos, para efeito de fiscalização. Na prática, numa rodovia em que a velocidade máxima é de 80 km/h, motorista pode dirigir até 87km/h.                 
                                            *** ***
Multa inusitada. Numa estrada federal em Passo Fundo, o policial, numa blitz, obriga-me a parar para verificação do meu fusquinha. Documentos mostrados. A autoridade então passa a verificar em detalhes o fusca: faróis, setas, luz de aviso na ré. Tudo correto, mas repentinamente verificando o interior do carro, pede pelo extintor de incêndio. Não estava carregado. Multa. Poderia ser punido com outra: a placa de identificação do fusca estava coberta de barro. Não fui multado, mas tive que limpá-la.
                                            *** ***
Em circunstância fora do comum pela multa, o amigo dirigia tranquilamente quando foi interceptado por uma batida policial de trânsito. Todos os detalhes verificados, o amigo pensou em seguir viagem. Não... ainda não